Tiroteio junto à Casa Branca. Trump afirma que atirador tinha "histórico de violência"

Tiroteio junto à Casa Branca. Trump afirma que atirador tinha "histórico de violência"

O Presidente norte-americano afirmou que o homem que abriu fogo várias vezes no sábado à noite perto da Casa Branca, em Washington, antes de ser morto, "tinha um historial de violência e parecia obcecado" pelo edifício.

RTP /
Nathan Howard - Reuters

"Agradeço aos nossos excelentes agentes do Serviço Secreto e forças de segurança pela ação rápida e profissional esta noite [de sábado] contra um atirador perto da Casa Branca que tinha um historial de violência e parecia obcecado pelo edifício mais amado da nossa nação", escreveu Donald Trump nas redes sociais.

Trump encontrava-se na Casa Branca no momento dos disparos, tendo cancelado todas as viagens de fim de semana devido à crise com o Irão, e não foi afetado pelo sucedido, disse em comunicado Anthony Guglielmi, porta-voz do Serviço Secreto, a agência policial responsável pela proteção do Presidente e do vice-presidente.

Pouco depois das 18h00 (23h00 em Lisboa), um homem junto ao perímetro de segurança da Casa Branca "retirou uma arma da sua mala e abriu fogo", escreveu Guglielmi.

"Os agentes do Serviços Secretos responderam e atingiram o suspeito, que foi levado para um hospital local, onde foi declarado morto. Durante o tiroteio, um pedestre foi também atingido por disparos", acrescentou o responsável, sem adiantar pormenores sobre o estado de saúde desta pessoa.

Vários `media` norte-americanos identificaram o suspeito como sendo Nasire Best, de 21 anos. O homem - de Maryland, perto de Washington - tinha um historial de problemas de saúde mental e já era conhecido do Serviço Secreto por ter rondado a Casa Branca em diversas ocasiões. 

Entre 15 e 30 balas foram disparadas numa esquina a um quarteirão do edifício que serve de residência do Presidente dos Estados Unidos da América.

O som dos disparos foi captado dentro do perímetro da Casa Branca por jornalistas que estavam no jardim Norte, em diretos sobre o progresso das negociações de paz com o Irão e a iminência de um acordo anunciado por Donald Trump no sábado.

Os jornalistas foram levados para a sala de imprensa e testemunharam a intervenção de agentes fortemente armados do Serviços Secretos.

Há quase um mês, um homem armado tentou entrar no jantar dos correspondentes da Casa Branca, o que obrigou o corpo de segurança pessoal a retirar Donald Trump.

 

c/agências 

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